TABAGISMO

Gravidez, adolescência e escolas

Tabagismo na gravidez

Fumar durante a gravidez traz sérios riscos: abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebés de baixo peso, mortes fatais e recém-nascidos, complicações com a placenta e hemorragia (sangramentos) ocorrem frequentemente quando a mulher grávida fuma.

A pessoa que fuma apresenta mais complicações durante o parto e têm o dobro de hipóteses de ter um bebé de menor peso e menor comprimento, comparando-se com a grávida que não fuma. Estes agravos são devidos, principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno.

Um único cigarro fumado por uma pessoa é capaz de acelerar, em poucos minutos, os batimentos cardíacos do feto, devido ao efeito da nicotina sobre o seu aparelho cardiovascular. Assim, é fácil imaginar a extensão dos danos causados ao feto, com o uso regular de cigarros pela gestante. Os riscos para a gravidez, o parto e a criança não decorrem somente do hábito de fumar da mãe.

Quando a mulher é obrigada a viver em ambiente poluído pelo fumo do cigarro, ela absorve as substâncias tóxicas do fumo, que do sangue passa para o feto. Quando a mãe fuma durante a amamentação, a nicotina passa pelo leite e é absorvida pela criança.

O tabagismo na adolescência

Estudos realizados em diversos países demonstram que há um aumento significativo no número de indivíduos que começam a fumar na adolescência. Em média, mais de um quarto destes jovens fumam pelo menos uma vez por semana (mais de um terço tem 15 anos).

Um especialista americano disse que “A adolescência é um transtorno passageiro”. O que ocorre é que nesta fase a nossa mentalidade ainda é muito imatura, enquanto que o nosso corpo começa a tornar-se adulto. O mundo é completamente novo e queremos experimentar de tudo. É a idade do risco, a idade mais perigosa para se começar a fumar.

Os motivos que levam o adolescente a iniciar precocemente hábitos tabágicos poderão ser de múltiplas causas: o exemplo dos pais, a influência dos amigos, os maus resultados escolares, a prematuridade social, a personalidade entre outros.

Tabagismo nas escolas

Dos adolescentes avaliados, 22,4% das raparigas e 17,1% dos rapazes experimentaram fumar mas não eram fumantes; 2,0% das raparigas e 1,5% dos rapazes fumavam ocasionalmente e 2,0% das raparigas e 0,4% dos rapazes fumavam pelo menos um cigarro por dia. A razão mais referida como a mais importante para experimentar fumar foi a curiosidade (46,3% das raparigas e 45,6% dos rapazes).

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